Nascido a 14 de julho de 1862 em Baumgarten, nas proximidades da capital austríaca, de pais pobres, Klimt conseguiu frequentar a Escola de Artes Aplicadas de Viena graças a uma bolsa de estudos. Junto com o irmão Ernst e o colega Franz Matsch, trabalhou assiduamente e destacou-se rapidamente. Fazia decorações para tetos e teatros. Destacou-se dentro do movimento Art nouveau austríaco e foi um dos fundadores do movimento da Secessão de Viena, que recusava a tradição académica nas artes, e do seu jornal, Ver Sacrum. Klimt foi também membro honorário das universidades de Munique e Viena. Os seus maiores trabalhos incluem pinturas, murais, esboços e outros. Klimt era pura explosão artístisca. Sua obra é grandiosa, marcante e erótica. Nunca se casou e teve muitos romances. Para ter acesso à sua biografia, galeria, fotografia e notícias acesse o site Klimt Museum. http://www.klimt.com/ http://pt.wikipedia.org/wiki/Gustav_Klimt
14/07/2012
Leonild Afremov
Leonid Afremov é um pintor bielorrusso moderno que atualmente reside na Flórida. Sua técnica artística envolve espátulas, tinta a óleo, cores vibrantes e a contraposição delas.
Ele é um pintor moderno que se caracteriza pela pintura de alto contraste, contraposição de cores e técnica de pintura a óleo com espátula. Nasceu em 1955 na Bielorrússia e mais tarde se estabeleceu em Israel, onde não obteve destaque, então foi para os Estados Unidos. Graduou-se em arte na Fundação Vitebsk Art School, fundada por Marc Chagall em 1921, por onde também passaram Malevich e Kandinsky. O trabalho dele é maravilhoso. Seus traços adotam um sentimentalismo apaixonado, onde as cores, apesar de fortemente contrastadas e contrapostas furtivamente, carregam um tom de romantismo noturno e úmido. Visite seu site: http://afremov.com/index.php03/06/2012
Gustavo Lacerda
O fotógrafo Gustavo Lacerda nasceu em 1970, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Ele atua na área publicitária e paralelamente desenvolve projetos de expressão pessoal.
A bela série fotográfica Albinos é um destes projetos, as imagens em tons pastel e cheias de suavidade encantam quem as contempla. A sutileza com a qual as fotografias retratam estas pessoas ressalta a delicadeza de sua pele, exaltando sua beleza exótica e sensível.
" Um interesse peculiar, que vai além da questão do “ser diferente”, do inusitado.
Os albinos trazem traços singelos de uma beleza envolta em tons pastel de pele, lábios, olhos, pêlos…
Desde o inicio de 2009 venho pesquisando sobre esse universo e tentando trazê-los para frente da câmera. A opção foi pelo retrato posado, em estúdio.
Esse contato me fez perceber um mistério e certa delicadeza de gestual e de movimentos que, desconfio, venha do próprio instinto de auto-proteção causado pelas dificuldades visuais e a excessiva sensibilidade a luminosidade e aos raios solares.
As fotos trazem nos títulos nomes sem sobrenomes: “patrícias”, “andrezas”, “robertos”, “lívias” … talvez um jeito inconsciente de reforçar a proximidade. A semelhança.”– explica o fotógrafo.
Fonte
26/02/2012
Exposição "Simplesmente Doisneau" - 08/03/2012 a 17/06/2012 - RJ
A Flores de Guache é fã de Robert Doisneau, (14 de Abril, 1912 1 de Abril, 1994), famoso fotógrafo nascido na cidade de Gentilly, Val-de-Marne, na França. Apaixonado por fotografias documentou o cotidiano pelas ruas, pessoas comuns em situações comuns, a vida social de pessoas que viviam em Paris e em seus arredores, e também trabalhou em fotografias para publicações em revistas, assim como a famosa fotografia "O Beijo do Hotel de Ville" (Paris, 1950). Doisneau foi um dos fotógrafos mais populares da França. Era conhecido por sua modéstia e imagens irônicas, misturando as classes sociais das ruas e cafés de Paris.
Como 2012 é o ano do centenário de nascimento do fotógrafo, no Rio de Janeiro, local Centro Cultural Justiça Federal, de 08/03/2012 a 17/06/2012, a exposição de Doisneau sob a curadoria da especialista Agnès de Gouvion Saint-Cyr, proposta pela Aliança Francesa com patrocínio da Peugeot-Citroën. A exposição fotográfica“Simplesmente Doisneau”, com 137 imagens, dividida em 12 temas, abordando, dentre outros, os subúrbios parisienses, a vida noturna de Paris, a Guerra e, como não poderia faltar, os casais apaixonados que, de todas as séries de fotografias, foi a que se tornou mais popular. Haverá também e exibição do documentário “Robert Doisneau: Tout Simplement”, de Patrick Jeudy.
27/01/2012
The Lady of Shalott & Ophelia - Tate Britain
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| The Lady of Shalott |
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| Alfred Tennyson |
Entre as pinturas, no Tate Britain, as famosas e trágicas, The Lady of Shalott (1888) ,a obra mais conhecida do pintor John William Waterhouse (1849-1917) e Ophelia (1851-1852) de John Everett Millais.
The Lady of Shalot
A pintura The Lady of Shalott ilustra o poema do inglês Alfred Tennyson (1809-1892), A Dama de Shalott.
A dimensão da tela é de 1,53 x 2m, em óleo, a pintura é impressionante, vale a pena ficar um bom tempo observando: O tecido estendido sobre o barco foi a dama de Shalott que teceu enquanto vivia isolada na torre, perto de Camelot “Four grey walls, and four grey towers”, o bordado que ela havia tecido também remete ao tema. Vivendo na torre e proibida de olhar para o mundo fora do espelho. Sabia da maldição que cairia sobre ela caso olhasse diretamente para Camelot. Ela obedece, vendo apenas o reflexo desse mundo, e vai tecendo o que vê, na tapeçaria. Os camponeses que vivem ao pé da sua ilha, habituaram-se a ouvi-la cantar, mas nunca a viram. Um dia ela vê no espelho o reflexo da linda espada de Sir Lancelot, que passeia só, a cavalo, não resiste e olha diretamente a ele pela janela:
"he flashed into the crystal mirror,
"Tirra Lirra," by the river
Sang Sir Lancelot.
She left the web, she left the loom,
She made three paces thro' the room,
She saw the water-lily bloom,
She saw the helmet and the plume,
She looked down to Camelot.
Out flew the web and floated wide;
The mirror cracked from side to side;
"The curse is come upon me," cried
The Lady of Shalott."
O espelho parte-se lado a lado em pedaços, a tapeçaria é levada ao vento e ela sente o poder da maldição cair sobre ela. Trouxe consigo a maldição tendo olhado para Sir Lancelot diretamente. A Dama de Shalott deixa o seu castelo, encontra um barco ancorado na margem da ilha, debaixo de uns salgueiros, escreve na proa o seu nome, entra, a sua boca está semi-aberta na pintura, pois ela canta a música ‘her last song’, canção de adeus e de morte, as sobrancelhas levemente franzidas, ela olha para um crucifixo deitado à sua frente. Com a sua mão direita ela solta a corrente de ancoragem do barco. Ao lado do crucifixo estão três velas, muitas vezes usadas para simbolizar a vida. Duas estão apagadas, isto sugere que a sua vida acabará em breve, pois ela será levada rio abaixo em direção a Camelot onde morrerá congelada.Sob a torre e a sacada, o muro do jardim e da galeria, um vulto cintilante, ela flutuou, uma palidez morta dentre elevadas casas, silencio pairando em Camelot, do distante cais, eles vieram, cavaleiro e burguês, lorde e dama, e em volta da proa, eles leram o nome dela, Dama de Shalott, Quem é esta? O que faz aqui? Com o palácio iluminado nas proximidades, morreu o som da real celebração; os Cavaleiros de Camelot ficam tristes. Sir Lancelot refletiu por um momento, e disse, "ela tem um rosto adorável" e pede a Deus que receba a sua alma.
"O poema The Lady of Shalott reformula a temática arturiana baseada nas fontes medievais. Tennyson escreveu duas versões do poema, uma publicada em 1833, de vinte estrofes, o outro em 1842 de 19. Foi certamente baseado na lenda arturiana de Elaine de Astolat."
Para acompanhar tal arte, a linda música de Loreena McKennitt, The lady of Shalott, (neste link, Palácio de Alhambra na cidade de Granada, na Espanha, em Setembro de 2006), segue mais uma versão com lindas imagens de Waterhouse, entre outros.
Visite a galeria de John Waterhouse no site: http://www.jwwaterhouse.com/paintings/ um trabalho vasto e fantástico do artista Waterhouse e do autor do site que deve ser divulgado. O autor viajou por várias cidades e visitou museus onde estão as obras do artista. É muito interessante ler os seus relatos:
“Faz anos que visitei a Inglaterra ... quase -12 anos! É só agora que eu tenho um pouco de tempo para recordar e compartilhar com vocês minhas experiências pessoais com as obras de Waterhouse. Sendo que não tenho muito tempo livre, esta página vai ser um pouco rudimentar. Vou fazer o melhor possível para contar as minhas histórias e aventuras, em seguida, voltarei a fazer a página mais bonita, se o tempo permitir. Nota: Através da página, clicar no link de texto para ver os detalhes de cada pintura, clique na miniatura da foto para ampliar.”

La Belle Dame Sans Mercy
Você poderia ter sido a modelo de Waterhouse?
Na maioria das obras de Waterhouse o artista ilustrou uma modelo misteriosa.
O autor do site recebeu inúmeras mensagem com imagens de visitantes por anos afirmando que poderiam se passar pela misteriosa modelo de Waterhouse, mas até agora o autor não encontrou nenhuma que realmente seja parecida. Existe a possibilidade do envio de imagens para a análise do autor.
Ophelia
No Tate Britain, Ophelia, pintura Pré-rafaelita de John Everett Millais (1829 -1896), elaborada entre 1851 e 1852, óleo s/ tela, dimensão de 76.2 X 111.8cm, retrata a trágica morte de Ofélia, personagem de William Shakespeare (1564-1616), quem não conhece o famoso escritor (poeta - dramaturgo) inglês considerado um gênio por sua extraordinária capacidade de retratar o comportamento humano e especialista em tragédias, em Hamlet (1599-1601). Ofélia é uma jovem da alta nobreza da Dinamarca, filha de Polónio, irmã de Laertes, e noiva do Príncipe Hamlet.
Para criar o efeito na pintura a modelo Elizabeth, fingindo ser Ofélia se afogando no rio, posou para Millais em uma banheira cheia de água. Para manter a água quente algumas lâmpadas de óleo foram colocadas por baixo. Em uma ocasião, as lâmpadas saíram do lugar e Millais estava tão absorto em sua pintura que nem percebeu. Elizabeth ficou com muito frio e ficou bem doente. O pai de Elizabeth (um leiloeiro em Oxford) ficou furioso que a sua preciosa filha tinha ficado doente e ordenou a Millais pagar a conta médica. O assunto foi resolvido e ela se recuperou rapidamente.
Elizabeth usava um vestido prata muito fino, bordado, ele foi comprado por Millais em uma loja de segunda mão.
Obs:
A música "The Lady of Shalott "da cantora Loreena McKennitt faz parte do álbum The Visit:
Loreena Isabel Irene McKennitt (Morden, 17 de fevereiro de 1957) é cantora, compositora, pianista e harpista canadense. O estilo de música é new age, celta eclético, com tendências do Médio Oriente. Loreena é bem conhecida pelo timbre de soprano.
22/01/2012
Maison et Objet, Paris, Nord Villepinte - França - de 20 a 24 de janeiro 2012
A feira internacional de móveis, decoração, design e arte na capital francesa começou no dia 20 deste mês. Como em toda edição lançará para o mundo tendências em design, moda, objetos, casa e arte. Maison & Objet é um verdadeiro ponto de referência para a decoração e design. A criação deste ano apresenta o tema Crazy. A criatividade está de volta com toda extravagância e humor. Ironia e ousadia são revelados em objetos de uso cotidiano nesta nova edição da Maison&Objet graças ao delírio de uma geração de criadores incomparáveis e loucos.
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